quinta-feira, 29 de março de 2012
sexta-feira, 23 de março de 2012
FÉÉÉÉÉÉÉRIAS!
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
:'(
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Azares da vida
Há um mal gigantesco inerente à confiança e à credibilidade que damos às pessoas: as ilusões. Por vezes, as desilusões vêm de quem menos se espera, mas, e pelos vistos, acontecem, e até bastante regularmente.
Acreditar no bem das pessoas, ou melhor, acreditar que elas são BOAS pessoas, que são correctas, inteligentes, perspicazes,… faz-nos “baixar a guarda”, deixar ir na “onda”, ver onde vai dar e ESPERAR o melhor.
Ao fim de conhecermos essa pessoa, PENSO EU, que seria completamente desnecessário dizer: “deves fazer assim” ou “quero que faças isto”. Seria desnecessário porque a conhecemos! Porque sabemos que, pode estar desfeita por dentro, responderá sempre “Não se passa nada, está tudo bem.”. Sabemos dizer quando aquilo que diz está no sentido literal, e REALMENTE “está tudo bem”! Mas também se sabe quando diz “está tudo bem”, em vez de “estou desfeita por dentro”.
As palavras, sim, contam muito! Mas daí vem o exemplo: “Atira um copo para o chão, ele parte-se. Pede-lhe desculpa! Fica igual? Cola-o! Fica igual?”, azar da vida: a resposta é “NÃO! Para a próxima pensa antes de agir. E se te vais arrepender, não o faças.”. As palavras doem. Mas os actos doem ainda mais.
E deixa-me a chorar quase compulsivamente ter estas desilusões de pessoas das quais espero o mundo…
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
:(
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Word
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Pá, às vezes parece que o mundo está todo contra mim!

MELHOR DESTAS FÉRIAS: perdi o livro de matemática! Sim! O tão importante que só o abrimos em casa para os milhões de exercícios que temos! Não tenho mesmo mais nada que fazer nas férias do que tpc de matemática -.-
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Luis de Matos no Alta Definição
“(...) Por muito mal que seja aquilo que te está a acontecer, é facílimo fazer uma lista de pelo menos 10 milhões de nomes de outras pessoas, como nós, cuja realidade é muito pior e cujo o sofrimento é incomparável. «Ah mas eu perdi a minha mãe» pois, mas houve quem não a chegasse a conhecer (…) Nós devemos utilizar o dito sofrimento dos outros pelo menos para colocar o nosso em perspectiva, e dizer assim: «é mau, é desagradável, claro que sim, gera sofrimento, mas podia ser muito pior.» (...) ”
