reciso. Quero estar lá sempre que estiveres em baixo, sempre que precisares. Estou contigo porque me deixas assim, completamente viciado em ti. Só penso na próxima vez que vou poder estar contigo. Estou aqui contigo porque ter acho uma miúda com cabeça, que sabe bem o que quer e o que não quer. Estou aqui contigo porque adoro beijar-te, porque adoro agarrar-te, porque adoro ter-te comigo. Acho-te a melhor coisa que posso ter, a melhor coisa que já tive e que me ajuda, que, acima de tudo, gosta realmente de mim. Não gosto nada quando pensas daquela maneira, quando pensas: "Porque é que ainda estás comigo?". ESTOU CONTIGO PORQUE GOSTO DE TI, RITA, PORQUE NUNCA TIVE NINGUÉM ASSIM, PORQUE ÉS ESPECIAL! É por isso que quero fazer tudo o que for necessário para não poder falhar em nada contigo e, acima de tudo, para não te perder. »
sábado, 29 de janeiro de 2011
Mensagem
« Estou aqui contigo porque gosto de ti, porque te quero ajudar sempre que for p
reciso. Quero estar lá sempre que estiveres em baixo, sempre que precisares. Estou contigo porque me deixas assim, completamente viciado em ti. Só penso na próxima vez que vou poder estar contigo. Estou aqui contigo porque ter acho uma miúda com cabeça, que sabe bem o que quer e o que não quer. Estou aqui contigo porque adoro beijar-te, porque adoro agarrar-te, porque adoro ter-te comigo. Acho-te a melhor coisa que posso ter, a melhor coisa que já tive e que me ajuda, que, acima de tudo, gosta realmente de mim. Não gosto nada quando pensas daquela maneira, quando pensas: "Porque é que ainda estás comigo?". ESTOU CONTIGO PORQUE GOSTO DE TI, RITA, PORQUE NUNCA TIVE NINGUÉM ASSIM, PORQUE ÉS ESPECIAL! É por isso que quero fazer tudo o que for necessário para não poder falhar em nada contigo e, acima de tudo, para não te perder. »
reciso. Quero estar lá sempre que estiveres em baixo, sempre que precisares. Estou contigo porque me deixas assim, completamente viciado em ti. Só penso na próxima vez que vou poder estar contigo. Estou aqui contigo porque ter acho uma miúda com cabeça, que sabe bem o que quer e o que não quer. Estou aqui contigo porque adoro beijar-te, porque adoro agarrar-te, porque adoro ter-te comigo. Acho-te a melhor coisa que posso ter, a melhor coisa que já tive e que me ajuda, que, acima de tudo, gosta realmente de mim. Não gosto nada quando pensas daquela maneira, quando pensas: "Porque é que ainda estás comigo?". ESTOU CONTIGO PORQUE GOSTO DE TI, RITA, PORQUE NUNCA TIVE NINGUÉM ASSIM, PORQUE ÉS ESPECIAL! É por isso que quero fazer tudo o que for necessário para não poder falhar em nada contigo e, acima de tudo, para não te perder. »
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Diz lá uma!
O problema da inspiração é a falta da frase inicial.
FALTA A INTRODUÇÃO PARA CHEGAR AO DESENVOLVIMENTO!
FALTA A INTRODUÇÃO PARA CHEGAR AO DESENVOLVIMENTO!
Pensa em Mim - Darwin
« Inspiração dos meus sonhos, não quero acordar.
Quero ficar só contigo, não vou poder voar.
Porquê parar pra reflectir, se o meu reflexo é você?
Aprendendo uma só vida compartilhando prazer.
Porque é que parece que na hora eu não vou aguentar,
se eu sempre tive força e nunca parei de lutar?
Como num filme, no final tudo vai dar certo!
Quem foi que disse que para estar junto precisa de estar perto?
Pensa em mim, que eu estou pensando em você
e me diz o que eu quero-te dizer.
Vem para cá, para ver que juntos estamos
e te falar, mais uma vez,
que te amo.
O tempo que passamos juntos vai ficar para sempre!
Intimidades, brincadeiras... Só a gente entende.
Para quem fala que namorar é perder tempo, eu digo:
Há muito tempo não crescia o que cresci contigo!
Juntos no balanço da rede, sob o céu estrelado.
Sempre acontece, o tempo pára quando estou do seu lado.
A noite chega, eu fecho os olhos, é você que eu vejo!
Como eu queria estar contigo! Eu páro e faço um desejo.
Pensa em mim, que eu estou pensando em você
e me diz o que eu quero-te dizer.
Vem para cá, para ver que juntos estamos
e te falar, mais uma vez,
que te amo! »
domingo, 26 de dezembro de 2010
urgente!
sábado, 25 de dezembro de 2010
Sonho ou pesadelo?
Mal o vi, corri na sua direcção. Já não o via há três dias e, parecendo que não, isso afecta. Corri para ele, pois queria abraçá-lo, beijá-lo e dizer-lhe que era sua a camisola que tinha vestida. Apenas dois metros nos separavam e reparei, na sua cara linda, uma tristeza que não era habitual, seus olhos estavam aguados e, quando abri meus braços para o abraçar, ele agarrou-os e disse:
- Pára. Tenho uma coisa para te contar.
A sua expressão passou de triste a devastada. A mim? Caiu-me tudo naquele momento.
Levantou as mãos à cabeça. Eram enormes! Notei isso na primeira vez que ele me tocou! Eram tão bonitas aquelas mãos e tão fortes aqueles braços! Sinceramente, nem sei dizer quanto tempo me perdi no corpo dele... Amava-o. Amava-o loucamente! Acho que ele o sabia, porque nunca senti necessidade de lhe dizer "amo-te", ele também sabia que odeio essa palavra.
Mesmo assim, agarrei-o. Perguntei-lhe o que se passara. Mas ele manteve as suas mãos tapando a sua cara.
- Fala comigo! Sabes que não me vou embora da tua vida. Fala comigo, diz-me o que se passa! - implorei-lhe.
- Não te quero dizer... - acabou soluçando. - Desculpa! Nunca quis isto, não fui eu, juro! Não quero ficar sem ti, por favor!
- Caramba! Mas explicas o que aconteceu?! - gritei-lhe. Hoje arrependo-me de lhe ter gritado...
Olhou-me nos olhos e disse-me num murmúrio:
- Ela beijou-me.
Por um momento, julguei ter ouvido mal, pensei que ele tinha falado baixo de mais e que não tinha entendido bem.
- O quê?
Desta vez foi ele que me agarrou. Pôs a sua mão na minha nuca e encostou a minha cabeça no seu peito e disse:
- És tu quem eu quero, não me deixes por causa disto, juro que o beijo não significou nada para mim! Por favor! Acredita em mim! Foi ela!
Reti apenas as palavras "beijo" e "ela", comecei a imaginar a situação: aquele que prometeu só mais beijar a minha boca, prometeu nunca deixar-me mal, nunca magoar-me e nunca trair-me, tinha outra rapariga a beijá-lo??
Foi aí que a lágrima caiu. Foi essa facada que me deixou completamente de rastos, sem pensamento, sem reacção.
- Larga-me, por favor. Preciso de ar. - pedi-lhe educadamente.
- NÃO! - gritou. - Por favor, não vás! - e agarrou-me ainda com mais força.
- LARGA-ME! - gritei-lhe eu e empurrei-o!
Deixei com ele todas as minhas coisas e corri. Fugi apenas com a roupa que tinha, a camisola dele.
Sozinha pude repetir o episódio um milhão de vezes na minha cabeça. Repeti todas as palavras que ele me tinha dito, repeti o beijo deles... Chorei tanto! Acho que nunca tinha chorado tanto na minha vida e pensei: "Se me amasse como dizia, não me faria chorar desta maneira, não?!". Ao que alguém, ainda não sei se pessoa ou talvez o meu subconsciente, me respondeu:
- Lembras-te de como começou? Por puro acaso, conheceste o amor da tua vida. Por puro acaso, conheceste o teu princípe encantado. Lembras-te das abelhinhas no estômago que sentiste quê? Duas horas antes de estar com ele? Lembras-te daquele calor que sentiste quando ele te tocou? Estremeceste toda, eu vi! Lembras-te do vosso primeiro beijo? Como se agarraram e se apertaram um contra o outro? Lembras-te da maneira como calaste toda a gente que te disse que acho que "tu nunca gostarias de alguém como ele"?
- Ele é o meu maior orgulho! Menino dos meus olhos! Se calhar, é o amor da minha vida! Não o vou perder porque uma idiota se lembrou de o beijar!
Levantei-me daquele banco naquele parque vazio. Voltei como fui, sozinha. O escuro já não me assustava.
Encontrei-o à porta daquele prédio, como o tinha deixado: com as mãos a tapar a cara, agora sentado e com as costas das mãos pousadas nos joelhos. Ainda chorava, talvez tenha sido por isso que não ouviu os meus passos...
Ajoelhei-me à sua frente, levantei-lhe a cabeça e olhei para ele. Ele olhou-me nos olhos com tanta ternura!, tanto amor!, que não resisti! Agarrei-o e beijei-o! Ele apertou-me com tanta força! Esmagou o seu corpo contra o meu! Ficámos naquele momento algum tempo! Para mim, foi eterno!
E ele? Levantou os lábios, levou-os até ao meu ouvido e segredou:
- És a mulher da minha vida!
- Pára. Tenho uma coisa para te contar.
A sua expressão passou de triste a devastada. A mim? Caiu-me tudo naquele momento.
Levantou as mãos à cabeça. Eram enormes! Notei isso na primeira vez que ele me tocou! Eram tão bonitas aquelas mãos e tão fortes aqueles braços! Sinceramente, nem sei dizer quanto tempo me perdi no corpo dele... Amava-o. Amava-o loucamente! Acho que ele o sabia, porque nunca senti necessidade de lhe dizer "amo-te", ele também sabia que odeio essa palavra.
Mesmo assim, agarrei-o. Perguntei-lhe o que se passara. Mas ele manteve as suas mãos tapando a sua cara.
- Fala comigo! Sabes que não me vou embora da tua vida. Fala comigo, diz-me o que se passa! - implorei-lhe.
- Não te quero dizer... - acabou soluçando. - Desculpa! Nunca quis isto, não fui eu, juro! Não quero ficar sem ti, por favor!
- Caramba! Mas explicas o que aconteceu?! - gritei-lhe. Hoje arrependo-me de lhe ter gritado...
Olhou-me nos olhos e disse-me num murmúrio:
- Ela beijou-me.
Por um momento, julguei ter ouvido mal, pensei que ele tinha falado baixo de mais e que não tinha entendido bem.
- O quê?
Desta vez foi ele que me agarrou. Pôs a sua mão na minha nuca e encostou a minha cabeça no seu peito e disse:
- És tu quem eu quero, não me deixes por causa disto, juro que o beijo não significou nada para mim! Por favor! Acredita em mim! Foi ela!
Reti apenas as palavras "beijo" e "ela", comecei a imaginar a situação: aquele que prometeu só mais beijar a minha boca, prometeu nunca deixar-me mal, nunca magoar-me e nunca trair-me, tinha outra rapariga a beijá-lo??
Foi aí que a lágrima caiu. Foi essa facada que me deixou completamente de rastos, sem pensamento, sem reacção.
- Larga-me, por favor. Preciso de ar. - pedi-lhe educadamente.
- NÃO! - gritou. - Por favor, não vás! - e agarrou-me ainda com mais força.
- LARGA-ME! - gritei-lhe eu e empurrei-o!
Deixei com ele todas as minhas coisas e corri. Fugi apenas com a roupa que tinha, a camisola dele.
Sozinha pude repetir o episódio um milhão de vezes na minha cabeça. Repeti todas as palavras que ele me tinha dito, repeti o beijo deles... Chorei tanto! Acho que nunca tinha chorado tanto na minha vida e pensei: "Se me amasse como dizia, não me faria chorar desta maneira, não?!". Ao que alguém, ainda não sei se pessoa ou talvez o meu subconsciente, me respondeu:
- Lembras-te de como começou? Por puro acaso, conheceste o amor da tua vida. Por puro acaso, conheceste o teu princípe encantado. Lembras-te das abelhinhas no estômago que sentiste quê? Duas horas antes de estar com ele? Lembras-te daquele calor que sentiste quando ele te tocou? Estremeceste toda, eu vi! Lembras-te do vosso primeiro beijo? Como se agarraram e se apertaram um contra o outro? Lembras-te da maneira como calaste toda a gente que te disse que acho que "tu nunca gostarias de alguém como ele"?
- Ele é o meu maior orgulho! Menino dos meus olhos! Se calhar, é o amor da minha vida! Não o vou perder porque uma idiota se lembrou de o beijar!
Levantei-me daquele banco naquele parque vazio. Voltei como fui, sozinha. O escuro já não me assustava.
Encontrei-o à porta daquele prédio, como o tinha deixado: com as mãos a tapar a cara, agora sentado e com as costas das mãos pousadas nos joelhos. Ainda chorava, talvez tenha sido por isso que não ouviu os meus passos...
Ajoelhei-me à sua frente, levantei-lhe a cabeça e olhei para ele. Ele olhou-me nos olhos com tanta ternura!, tanto amor!, que não resisti! Agarrei-o e beijei-o! Ele apertou-me com tanta força! Esmagou o seu corpo contra o meu! Ficámos naquele momento algum tempo! Para mim, foi eterno!
E ele? Levantou os lábios, levou-os até ao meu ouvido e segredou:
- És a mulher da minha vida!
domingo, 12 de dezembro de 2010
não o digas com palavras
Eram 3 da madrugada e chovia torrencialmente. Estava deitada na minha cama, apenas com a tua camisa e uns boxers teus. O saco da água quente estava nos meus pés e tinha a cabeça pousada no pêlo daquele cão.
E, rompendo aquele silêncio ruidoso da chuva a bater nas telhas, toca o meu telemóvel. Eras tu. Sempre que me ligas, aparece a tua foto no fundo, aquela que eu adoro, a quem estás com uma guitarra. Atendo com a voz meia rouca, disfarçando que estava a dormir e me acordaste. Pergunto-te porque raio estavas acordado àquela hora, e tu suspiras: «Importas-te de abrir a porta? Está a chover!».
Corro pelas escadas a baixo, abro a porta, puxo-te para dentro e abraço-te! Ainda no dia anterior tinha estado contigo, mas já morria de saudades tuas outra vez!
Despi-te e obriguei-te a meteres-te debaixo do chuveiro com a água a ferver, mesmo sabendo que odeias. Desta vez foste tu que me puxaste contra ti, agarraste-me naquele calor, fizeste aquele sorriso que adoro em ti, aquele que fazes quando queres parecer inocente! Sabias bem que ia começar a reclamar contigo, por isso mesmo puseste os teus dedos sobre os meus lábios sorrindo e dizes: «Já sei que me amas, não o digas com palavras!».
E beijas-me. Beijas-me como se não houvesse amanhã. Beijas-me o mais longamente possível, o mais carinhosamente possível.
Consigo escapar-te e segredo-te ao ouvido: Adoro os teus beijos, já te tinha dito? Simplesmente adoro! E continuas...

domingo, 5 de dezembro de 2010
sem título II

Inexplicável. Aquilo calor, aquelas "borboletas" no estômago quando me tocaste pela primeira vez, é simplesmente inexplicável.
Envolvente. Aquele teu abraço que me aperta, faz parar o tempo, onde me perco, é simplesmente envolvente.
De outro mundo. Aquele teu olhar, o que fazes mesmo antes de me apertares ainda mais contra ti e me dares aqueles beijos, que também são de outro mundo, é simplesmente de outro mundo.
Adorável. Aquela tua mensagem, aquela tua palavra, aquele teu tique, aquela tua mania, aquela tua maneira de ser e de ver as coisas, é simplesmente adorável.
Forte. Aquilo que sinto por ti, aquilo inexplicável, aquilo envolvente, aquilo de outro mundo, aquilo adorável, é simplesmente forte.
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