segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Pensa em Mim - Darwin


« Inspiração dos meus sonhos, não quero acordar.
Quero ficar só contigo, não vou poder voar.
Porquê parar pra reflectir, se o meu reflexo é você?
Aprendendo uma só vida compartilhando prazer.
Porque é que parece que na hora eu não vou aguentar,
se eu sempre tive força e nunca parei de lutar?
Como num filme, no final tudo vai dar certo!
Quem foi que disse que para estar junto precisa de estar perto?

Pensa em mim, que eu estou pensando em você
e me diz o que eu quero-te dizer.
Vem para cá, para ver que juntos estamos
e te falar, mais uma vez,
que te amo.

O tempo que passamos juntos vai ficar para sempre!
Intimidades, brincadeiras... Só a gente entende.
Para quem fala que namorar é perder tempo, eu digo:
Há muito tempo não crescia o que cresci contigo!
Juntos no balanço da rede, sob o céu estrelado.
Sempre acontece, o tempo pára quando estou do seu lado.
A noite chega, eu fecho os olhos, é você que eu vejo!
Como eu queria estar contigo! Eu páro e faço um desejo.

Pensa em mim, que eu estou pensando em você
e me diz o que eu quero-te dizer.
Vem para cá, para ver que juntos estamos
e te falar, mais uma vez,
que te amo! »

domingo, 26 de dezembro de 2010

urgente!

Aquele sentimento que tem o tamanho do universo, a intensidade de mil Big Bang's e a capacidade de mover galáxias, como se chama?

Tenho que o dizer ao Miguel!

sábado, 25 de dezembro de 2010

Sonho ou pesadelo?

Mal o vi, corri na sua direcção. Já não o via há três dias e, parecendo que não, isso afecta. Corri para ele, pois queria abraçá-lo, beijá-lo e dizer-lhe que era sua a camisola que tinha vestida. Apenas dois metros nos separavam e reparei, na sua cara linda, uma tristeza que não era habitual, seus olhos estavam aguados e, quando abri meus braços para o abraçar, ele agarrou-os e disse:
- Pára. Tenho uma coisa para te contar.
A sua expressão passou de triste a devastada. A mim? Caiu-me tudo naquele momento.
Levantou as mãos à cabeça. Eram enormes! Notei isso na primeira vez que ele me tocou! Eram tão bonitas aquelas mãos e tão fortes aqueles braços! Sinceramente, nem sei dizer quanto tempo me perdi no corpo dele... Amava-o. Amava-o loucamente! Acho que ele o sabia, porque nunca senti necessidade de lhe dizer "amo-te", ele também sabia que odeio essa palavra.
Mesmo assim, agarrei-o. Perguntei-lhe o que se passara. Mas ele manteve as suas mãos tapando a sua cara.
- Fala comigo! Sabes que não me vou embora da tua vida. Fala comigo, diz-me o que se passa! - implorei-lhe.
- Não te quero dizer... - acabou soluçando. - Desculpa! Nunca quis isto, não fui eu, juro! Não quero ficar sem ti, por favor!
- Caramba! Mas explicas o que aconteceu?! - gritei-lhe. Hoje arrependo-me de lhe ter gritado...
Olhou-me nos olhos e disse-me num murmúrio:
- Ela beijou-me.
Por um momento, julguei ter ouvido mal, pensei que ele tinha falado baixo de mais e que não tinha entendido bem.
- O quê?
Desta vez foi ele que me agarrou. Pôs a sua mão na minha nuca e encostou a minha cabeça no seu peito e disse:
- És tu quem eu quero, não me deixes por causa disto, juro que o beijo não significou nada para mim! Por favor! Acredita em mim! Foi ela!
Reti apenas as palavras "beijo" e "ela", comecei a imaginar a situação: aquele que prometeu só mais beijar a minha boca, prometeu nunca deixar-me mal, nunca magoar-me e nunca trair-me, tinha outra rapariga a beijá-lo??
Foi aí que a lágrima caiu. Foi essa facada que me deixou completamente de rastos, sem pensamento, sem reacção.
- Larga-me, por favor. Preciso de ar. - pedi-lhe educadamente.
- NÃO! - gritou. - Por favor, não vás! - e agarrou-me ainda com mais força.
- LARGA-ME! - gritei-lhe eu e empurrei-o!
Deixei com ele todas as minhas coisas e corri. Fugi apenas com a roupa que tinha, a camisola dele.
Sozinha pude repetir o episódio um milhão de vezes na minha cabeça. Repeti todas as palavras que ele me tinha dito, repeti o beijo deles... Chorei tanto! Acho que nunca tinha chorado tanto na minha vida e pensei: "Se me amasse como dizia, não me faria chorar desta maneira, não?!". Ao que alguém, ainda não sei se pessoa ou talvez o meu subconsciente, me respondeu:
- Lembras-te de como começou? Por puro acaso, conheceste o amor da tua vida. Por puro acaso, conheceste o teu princípe encantado. Lembras-te das abelhinhas no estômago que sentiste quê? Duas horas antes de estar com ele? Lembras-te daquele calor que sentiste quando ele te tocou? Estremeceste toda, eu vi! Lembras-te do vosso primeiro beijo? Como se agarraram e se apertaram um contra o outro? Lembras-te da maneira como calaste toda a gente que te disse que acho que "tu nunca gostarias de alguém como ele"?
- Ele é o meu maior orgulho! Menino dos meus olhos! Se calhar, é o amor da minha vida! Não o vou perder porque uma idiota se lembrou de o beijar!
Levantei-me daquele banco naquele parque vazio. Voltei como fui, sozinha. O escuro já não me assustava.
Encontrei-o à porta daquele prédio, como o tinha deixado: com as mãos a tapar a cara, agora sentado e com as costas das mãos pousadas nos joelhos. Ainda chorava, talvez tenha sido por isso que não ouviu os meus passos...
Ajoelhei-me à sua frente, levantei-lhe a cabeça e olhei para ele. Ele olhou-me nos olhos com tanta ternura!, tanto amor!, que não resisti! Agarrei-o e beijei-o! Ele apertou-me com tanta força! Esmagou o seu corpo contra o meu! Ficámos naquele momento algum tempo! Para mim, foi eterno!
E ele? Levantou os lábios, levou-os até ao meu ouvido e segredou:
- És a mulher da minha vida!

domingo, 12 de dezembro de 2010

não o digas com palavras

Eram 3 da madrugada e chovia torrencialmente. Estava deitada na minha cama, apenas com a tua camisa e uns boxers teus. O saco da água quente estava nos meus pés e tinha a cabeça pousada no pêlo daquele cão.
E, rompendo aquele silêncio ruidoso da chuva a bater nas telhas, toca o meu telemóvel. Eras tu. Sempre que me ligas, aparece a tua foto no fundo, aquela que eu adoro, a quem estás com uma guitarra. Atendo com a voz meia rouca, disfarçando que estava a dormir e me acordaste. Pergunto-te porque raio estavas acordado àquela hora, e tu suspiras: «Importas-te de abrir a porta? Está a chover!».
Corro pelas escadas a baixo, abro a porta, puxo-te para dentro e abraço-te! Ainda no dia anterior tinha estado contigo, mas já morria de saudades tuas outra vez!
Despi-te e obriguei-te a meteres-te debaixo do chuveiro com a água a ferver, mesmo sabendo que odeias. Desta vez foste tu que me puxaste contra ti, agarraste-me naquele calor, fizeste aquele sorriso que adoro em ti, aquele que fazes quando queres parecer inocente! Sabias bem que ia começar a reclamar contigo, por isso mesmo puseste os teus dedos sobre os meus lábios sorrindo e dizes: «Já sei que me amas, não o digas com palavras!».
E beijas-me. Beijas-me como se não houvesse amanhã. Beijas-me o mais longamente possível, o mais carinhosamente possível.
Consigo escapar-te e segredo-te ao ouvido: Adoro os teus beijos, já te tinha dito? Simplesmente adoro! E continuas...

domingo, 5 de dezembro de 2010

sem título II


Inexplicável. Aquilo calor, aquelas "borboletas" no estômago quando me tocaste pela primeira vez, é simplesmente inexplicável.
Envolvente. Aquele teu abraço que me aperta, faz parar o tempo, onde me perco, é simplesmente envolvente.
De outro mundo. Aquele teu olhar, o que fazes mesmo antes de me apertares ainda mais contra ti e me dares aqueles beijos, que também são de outro mundo, é simplesmente de outro mundo.
Adorável. Aquela tua mensagem, aquela tua palavra, aquele teu tique, aquela tua mania, aquela tua maneira de ser e de ver as coisas, é simplesmente adorável.
Forte. Aquilo que sinto por ti, aquilo inexplicável, aquilo envolvente, aquilo de outro mundo, aquilo adorável, é simplesmente forte.

Edson Athayde

« Ou, como diria o meu Tio Olavo: «Uma imagem vale mais que mil palavras. Mas o curioso é que é preciso escrever sete palavras para compôr esta imagem.». »

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Amo-te .

« "Confiaste-lhe o teu sorriso matinal, sem medo nenhum. Não tiveste vergonha que ele te visse ao natural, despenteada, ou a dormir profundamente. Acho que isso é das maiores provas que se pode dar a alguém. Sei perfeitamente que não vais desistir de lhe mostrar que não é impossivel adaptarem-se um ao outro, até mesmo aquilo que não gostam. Porque quando se gosta, o esforço e a vontade surgem naturalmente. Quando se gosta, tem-se sempre tempo para ouvir o que o outro tem a dizer, mesmo que se esteja doente, sem paciência ou chateado com o resto do muito. Tem-se sempre tempo para um conselho, uma palavra de sabedoria, razão ou experiência. Tem-se sempre espaço para mais um passeio, mesmo que seja ao mesmo sítio, para ver as mesmas coisas, e ouvir as mesmas pessoas. Compreende-se sempre o que o outro nos quer dizer para além daquilo que nos diz, tem-se sempre o telemóvel com rede, com bateria e disponível, e se não está, agarra-se no telemóvel do amigo mais próximo e mostra-se a capacidade de mover montanhas por aquele amor. Por isso, confiaste-lhe muito mais do que aquilo que julgas. E há que não esquecer que o tempo pouco importa, mesmo tendo a máxima importância. Quando se está com a pessoa que se ama, o tempo corre, atropela-nos, prende-nos ao mundo ideal que se construiu. Quando se está longe, acontece exactamente o contrário, o tempo não passa, destrói-nos a existência, e amarra-nos às lembranças dos dias anteriores. Aos poucos, ele vai perceber que vocês se entregaram muito mais do que aquilo que ele pensa. Nas discussões que ele vai tendo com ela, vai descobrindo que tu tinhas razão, mesmo quando ele não ta dava. Vai descobrindo, por entre erros e desilusões, que não pode ser sempre tudo como ele acha que deve ser. Com o passar do tempo e por qualquer palavra que ela lhe diga fora do compasso, ele vai-se lembrar: afinal não, tu não o querias criticar, só lhe querias mostrar o outro lado da realidade, e que afinal não era assim tão difícil. Ela não o conhece tão bem quanto tu, portanto é natural que cometa algumas falhas, que tenha alguns lapsos, ele vai ter que ter muita paciência. E tu sabes que nessa altura ele se vai lembrar de ti, no quão tu o percebias, mesmo quando nada dizias. Ele vai ter de lhe ensinar o que tu aprendeste sozinha, porque ela não és tu, ainda que às vezes ele queira que fosses tu e não ela. Ele tem que se lembrar que foi ele que quis assim. Os abraços não vão ter a mesma intensidade, o perfume pode ser o mesmo, mas o cheiro será sempre diferente. E se ele reparar, ela usa os anéis na mão contrária à tua e não usa as mesmas expressões. São pequenos pormenores como estes que fazer com que ele se lembre de ti. E sabes, quando ele adormece é contigo que ele sonha. Tu sabes que ele tem saudades tuas, e também sabes porque é que ele ainda não voltou. E rapara na minha certeza ao dizer 'ainda'. Porque eu sei que ele vai voltar, seja para a semana, no mês a seguir, ou no próximo ano." amo-te . »

Roubei este texto num facebook .

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Um beijo

Amo-te !
São as duas palavras mais fortes da nossa língua, provavelmente a melhor conjugação verbal que existe e, mesmo assim, ainda não a sei fazer correctamente.

Beijo !
O acto que carrega a maior intimidade.
Medo !
A razão de estar assim.

Eu sei que ainda não te amo , mas ainda tenho medo de te beijar .



E eu quero beijar-te .
QUERO MESMO !

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Inspiração

A essência da vida baseia-se na inspiração com que fazemos as coisas. Não se limita ao acto de respirar simplesmente, mas de pensar sobre aquilo que queremos respirar.
Quero respirar-te. Quero inspirar-te. Quero motivar-te.
Sei o potencial que tens e sei o potencial que és capaz de vir a ter. Sei que se estás mal, lutas. E sei que não desistes nunca.

Então, por favor, não desistas! Sê a minha inspiração e deixa-me ser a tua.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Hoje sonhei contigo.

Hoje sonhei contigo, outra vez. Ainda me lembro da última que o fiz... Mas desta vez foi diferente, desta vez foi especial.
Éramos mais que amigos. Éramos mais que dois corpos simplesmente unidos. Existia um nós que até hoje ainda não conheço. Existia um sentimento que até hoje só senti a dormir, enquanto sonhava contigo.
Há dias que me lembro tão bem de ti! Dos teus olhos cor de avelã e do olhar que me lançavam. Do som do teu riso, num tom de falsete, mas era bem verdadeiro. Dos teus braços, aqueles que me envolveram durante escassos segundos, aqueles onde me perdi e onde me entreguei. Lembro-me da tua voz, como era doce e diferente da de todos os outros. Da tua maneira de andar, que dizias ser à "macho". Lembro-me das tuas piadas e das tuas brincadeiras, de como te metias comigo.
E eu (cega como sempre) preocupava-me com outras coisas. Não te dei a atenção merecida enquanto cá estavas, enquanto te sentia! Ainda te sinto, ainda te sinto aqui a meu lado, ainda te sinto a abraçares-me, e ainda sinto a tua falta.


Quero que venhas. Quero que voltes para casa e te apercebas que o teu lugar é a MEU lado. Quero ser a razão que te traz cá, e quero ir contigo quando tiveres que partir.




Sabes que jamais te direi isto.